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Busca, em si insana, D'alma, emana em vão Raiva de mundo Não. Como nunca, grana. Cento, sem ti, vago Na pilhéria, grito, Aos milhares, tons pastéis. Palrôo, pau rôo, maculo Eu. Cego, castiço, mestiço, submisso. Toma, rombudo, sem lei, Negam tua legis com denodo. Vulgaris legis, libertas tamen. Ignorante és, e o poder Nega-se a viver, prefere morrer, Morrer a cada dia, e a libertas tamen adias. Lobos de homens, vociferam nos chafarizes... Senhores do poder, imolam Hominis alados. Quo vadis, ignóbeis senhores? Ao futuro? No por vir, seu legado assombra Simples seres, humilhados e incolores. Rancor, cor desta plantação. Hominis em dor, belli iminente. Lupus, lobos dementes, gritem, Gritem insanos, o parto é eminente. ============================ *Auxílio ao navegante: Homo hominis lupus: o homem é lobo do próprio homem Quo vadis: aonde ides? Belli: guerra Libertas tamen: liberdade tardia Cor: coração Vulgaris legis: lei comum, do povo. ============================ |
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